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Quais bairros de Ponta Grossa têm maior potencial de valorização nos próximos anos?
Por: Ney Hermann
O franco desenvolvimento da cidade tem chamado a atenção de investidores que possuem uma visão de longo prazo. O cenário realmente é otimista e com excelentes opções. No entanto, tais decisões devem estar ancoradas numa consultoria sólida.
Quem procura imóveis na cidade de Ponta Grossa pensando na valorização futura precisa ter uma abordagem diferente daquela que é executada por quem está mais focado em oportunidades com retorno imediato.
Não basta saber quais regiões já são valorizadas. É preciso identificar onde estão sendo criadas as condições para que o valor dos imóveis continue crescendo.
Nesse horizonte, os consultores da Tavarnaro Consultoria Imobiliária apontam oito bairros que merecem atenção especial: Uvaranas, Oficinas, Estrela, Jardim Carvalho, Centro, Ronda, Olarias e Cará-Cará.
Cada um apresenta uma dinâmica própria.
Uvaranas combina expansão residencial, universidades, saúde, comércio e investimentos públicos. Oficinas reúne infraestrutura consolidada e capacidade de renovação. Estrela tem localização privilegiada e escassez de terrenos. Jardim Carvalho se beneficia da educação, dos serviços e da expansão imobiliária. O Centro pode entrar em um novo ciclo de revitalização. Ronda está estrategicamente posicionada entre diferentes áreas da cidade. Olarias ganhou importância com novos empreendimentos e transformações viárias. E o Cará-Cará representa uma das grandes áreas de expansão territorial de Ponta Grossa.
O ponto em comum é menos evidente, mas talvez mais importante: todos possuem algum vetor capaz de alterar a percepção de valor de seus imóveis nos próximos anos.
Não basta saber quais regiões já são valorizadas. É preciso identificar onde estão sendo criadas as condições para que o valor dos imóveis continue crescendo.
Nesse horizonte, os consultores da Tavarnaro Consultoria Imobiliária apontam oito bairros que merecem atenção especial: Uvaranas, Oficinas, Estrela, Jardim Carvalho, Centro, Ronda, Olarias e Cará-Cará.
Cada um apresenta uma dinâmica própria.
Uvaranas combina expansão residencial, universidades, saúde, comércio e investimentos públicos. Oficinas reúne infraestrutura consolidada e capacidade de renovação. Estrela tem localização privilegiada e escassez de terrenos. Jardim Carvalho se beneficia da educação, dos serviços e da expansão imobiliária. O Centro pode entrar em um novo ciclo de revitalização. Ronda está estrategicamente posicionada entre diferentes áreas da cidade. Olarias ganhou importância com novos empreendimentos e transformações viárias. E o Cará-Cará representa uma das grandes áreas de expansão territorial de Ponta Grossa.
O ponto em comum é menos evidente, mas talvez mais importante: todos possuem algum vetor capaz de alterar a percepção de valor de seus imóveis nos próximos anos.
Uvaranas: infraestrutura, saúde, educação e espaço para crescer
Se existe uma característica particularmente importante para o futuro imobiliário de Uvaranas, é a combinação entre uma estrutura urbana já consolidada e áreas que continuam recebendo novos investimentos.
O bairro abriga o Campus Uvaranas da Universidade Estadual de Ponta Grossa, importantes equipamentos de saúde, comércio, supermercados, escolas, restaurantes, academias e serviços.
A presença da universidade e da estrutura hospitalar gera circulação permanente de estudantes, professores, profissionais, pacientes e famílias. Isso ajuda a sustentar tanto a demanda residencial quanto o mercado de locação.
Mas o fator decisivo para os próximos anos pode estar na expansão da infraestrutura.
Em 2026, diferentes comunidades de Uvaranas receberam ou tiveram obras de pavimentação anunciadas. O Núcleo Bortolo Borsato recebeu investimento de R$ 2,6 milhões; a Vila Nery foi contemplada com R$ 3,6 milhões; e a Vila Dayse integra o programa Asfalto Novo.
No Jardim Paraíso, também dentro de Uvaranas, a Prefeitura iniciou uma obra de drenagem que antecede a pavimentação de 39 trechos de ruas, totalizando oito quilômetros e investimento de R$ 26,7 milhões.
É um movimento que merece atenção.
Quando a infraestrutura chega a áreas que ainda possuem espaço para ocupação, ela não apenas melhora a vida de quem já mora ali. Também cria condições para novos empreendimentos, comércio e serviços.
A saúde é outro vetor.
A UPA Uvaranas recebeu investimento superior a R$ 21 milhões, incluindo terreno, obra e equipamentos.
Para o mercado imobiliário, essa combinação é relevante porque Uvaranas não depende de um único fator de valorização.
?Quem opta por Uvaranas encontra educação, saúde, comércio, mobilidade, infraestrutura e novos empreendimentos, como o Pátio São Vicente, por exemplo. Um investimento que tem entre seus responsáveis a Tavarnaro Consultoria Imobiliária. Ele será implantado na Avenida Siqueira Campos, em frente ao Hospital São Camilo. Com aporte estimado em R$ 250 milhões, o complexo reunirá um Power Center, com comércio, serviços e supermercado, e um centro médico com mais de 150 consultórios. A proposta ocupa uma área de aproximadamente 70 mil m² e deve gerar mais de 1.200 empregos diretos e indiretos, reforçando a tendência de Uvaranas de se consolidar como um dos principais polos de comércio e serviços de Ponta Grossa?, relata Carlos Tavarnaro, diretor executivo da Tavarnaro Consultoria.
É uma equação que pode sustentar o crescimento do bairro por muitos anos.
Oficinas: um bairro consolidado que ainda pode se reinventar
Oficinas tem uma vantagem que nem sempre aparece imediatamente nos mapas de valorização: já existe uma cidade funcionando dentro do bairro.
Supermercados, farmácias, escolas, clínicas, academias, bancos, restaurantes, concessionárias, oficinas, lojas e serviços fazem parte de uma estrutura econômica bastante diversificada.
A proximidade com o Centro e a conexão com outras áreas importantes também favorecem a mobilidade.
Mas o potencial futuro de Oficinas não está apenas na infraestrutura existente.
?O bairro está inserido em uma área em que novos empreendimentos residenciais e comerciais continuam modificando a ocupação urbana. A conexão com regiões como Olarias e Cará-Cará também ganha importância à medida que novos projetos ampliam a ocupação desses territórios?, explica Vívian Tavarnaro, diretora executiva da Tavarnaro Consultoria.
Há ainda um aspecto estratégico: quanto mais a cidade cresce, mais valiosas se tornam as regiões que conseguem oferecer proximidade entre moradia, trabalho, comércio e serviços.
Oficinas está exatamente nesse ponto.
É um bairro consolidado, mas não estagnado.
E essa diferença pode ser decisiva para sua trajetória imobiliária.
Estrela: o valor da localização e da escassez
O Estrela representa outra lógica.
Aqui, o potencial de valorização está menos relacionado à expansão territorial e mais à escassez de terrenos, localização e padrão urbano.
O bairro está próximo do Centro e possui uma infraestrutura madura, com escolas, clínicas, restaurantes, academias, hotéis, serviços especializados e imóveis residenciais de padrão elevado.
A localização também favorece deslocamentos rápidos para diferentes regiões da cidade.
Mas há um ativo que tende a ganhar importância à medida que a cidade cresce: espaço bem localizado se torna mais raro.
?Em bairros consolidados, a quantidade de terrenos disponíveis para novos projetos é naturalmente limitada. Quando existe demanda por imóveis em determinada região, essa escassez pode contribuir para sustentar preços?, esclarece Rafael Bellei, diretor de Vendas da Tavarnaro.
O futuro do Estrela, portanto, não depende necessariamente de uma grande transformação.
Pode estar justamente na manutenção de sua posição como uma das áreas residenciais mais desejadas de Ponta Grossa.
O mercado imobiliário costuma atribuir valor àquilo que não pode ser facilmente reproduzido.
E uma localização central, consolidada e com pouca disponibilidade territorial é um desses ativos.
Jardim Carvalho: a força da educação e dos serviços
O Jardim Carvalho possui uma característica que pode ser particularmente importante para o futuro: demanda diversificada.
O bairro atende famílias, estudantes, professores, profissionais liberais e pessoas que procuram proximidade com universidades, comércio e serviços.
A presença da UEPG e da UTFPR cria uma demanda recorrente, enquanto supermercados, restaurantes, academias, clínicas e escolas reforçam a autonomia urbana da região.
Também há expansão imobiliária.
Novos empreendimentos residenciais e condomínios ajudam a renovar o estoque imobiliário e a atrair novos moradores.
A infraestrutura continua recebendo intervenções. Em 2026, por exemplo, o município registrou serviços de manutenção viária, reparos de drenagem e intervenções em diferentes ruas do bairro.
É uma combinação interessante para o futuro.
Um bairro que possui demanda hoje e continua recebendo investimentos tem condições de atravessar diferentes ciclos imobiliários.
Para quem pensa em valorização de longo prazo, essa estabilidade pode ser tão importante quanto uma grande promessa de expansão.
Centro: quando uma área consolidada pode iniciar um novo ciclo
O Centro é talvez o caso mais interessante de uma região em que o futuro pode estar associado à transformação, e não à expansão territorial.
O espaço físico é limitado. O bairro já está consolidado.
Mas a ocupação pode mudar.
Ponta Grossa discute um processo de revitalização do Centro que envolve moradia, comércio, patrimônio histórico, mobilidade, segurança e ocupação de imóveis ociosos.
Esse tipo de transformação pode produzir uma nova dinâmica imobiliária.
?Em cidades que passam por processos de requalificação de áreas centrais, o mercado costuma encontrar oportunidades justamente na transformação de imóveis antigos, na conversão de espaços para novas utilizações e na criação de novos produtos residenciais?, comenta Geanine Ranthum, diretora de locação da Tavarnaro.
Para Ponta Grossa, o desafio é transformar a centralidade econômica existente em uma centralidade também residencial e de convivência.
Se esse processo avançar, o Centro poderá ganhar uma nova camada de demanda.
E, para o mercado imobiliário, uma região que combina localização excepcional com possibilidade de reocupação apresenta uma característica rara: há valor consolidado e potencial de transformação ao mesmo tempo.
O Centro é talvez o caso mais interessante de uma região em que o futuro pode estar associado à transformação, e não à expansão territorial.
O espaço físico é limitado. O bairro já está consolidado.
Mas a ocupação pode mudar.
Ponta Grossa discute um processo de revitalização do Centro que envolve moradia, comércio, patrimônio histórico, mobilidade, segurança e ocupação de imóveis ociosos.
Esse tipo de transformação pode produzir uma nova dinâmica imobiliária.
?Em cidades que passam por processos de requalificação de áreas centrais, o mercado costuma encontrar oportunidades justamente na transformação de imóveis antigos, na conversão de espaços para novas utilizações e na criação de novos produtos residenciais?, comenta Geanine Ranthum, diretora de locação da Tavarnaro.
Para Ponta Grossa, o desafio é transformar a centralidade econômica existente em uma centralidade também residencial e de convivência.
Se esse processo avançar, o Centro poderá ganhar uma nova camada de demanda.
E, para o mercado imobiliário, uma região que combina localização excepcional com possibilidade de reocupação apresenta uma característica rara: há valor consolidado e potencial de transformação ao mesmo tempo.
Ronda: localização estratégica no caminho da expansão
Ronda é um bairro que merece atenção por uma razão simples: localização.
A região está próxima de importantes eixos de circulação e estabelece conexão entre áreas centrais e diferentes setores da cidade.
A Avenida Visconde de Taunay é um dos principais corredores urbanos da região, com ligação ao Centro e acesso a importantes vias, como a BR 376. Nesta avenida ficam também importantes órgãos públicos, como a Prefeitura de Ponta Grossa, a Câmara Municipal e a Delegacia da Receita Federal.
O bairro também possui muitos prestadores de serviços, escolas, áreas residenciais e um forte complexo comercial. Vale a pena lembrar que recentemente o Grupo Tacla ergueu ali o mais novo shopping center de Ponta Grossa, o Plaza Campos Gerais, com 76 mil metros quadrados de área construída. Um investimento de 350 milhões de reais feito em parceria com a empresa ponta-grossense LF22. E ao lado do shopping está a nova e imponente sede da ACIPG, a Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Ponta Grossa, uma instituição centenária, extremamente respeitada em todo o Paraná.
Em 2026, a Prefeitura manteve intervenções de manutenção de calçadas, pavimentação e drenagem em diferentes pontos da Ronda.
Mas o aspecto mais interessante para o futuro está na posição intermediária do bairro.
À medida que Ponta Grossa se expande, regiões próximas aos grandes corredores de circulação podem ganhar importância para empreendimentos residenciais e comerciais.
A Ronda não precisa necessariamente ser uma nova fronteira urbana para se valorizar.
Pode se beneficiar daquilo que acontece ao seu redor.
Olarias: um território entre bairros consolidados e novas centralidades
Olarias ganhou importância no mapa urbano de Ponta Grossa nos últimos anos.
Sua localização é estratégica porque o bairro está próximo do Centro e estabelece conexão com Oficinas, Uvaranas e outras regiões que vêm recebendo novos empreendimentos.
A expansão residencial também mudou o perfil de determinados setores do bairro.
Novos condomínios e empreendimentos trouxeram moradores, enquanto a melhoria das conexões viárias ampliou a integração com outras áreas.
A própria administração municipal vem realizando intervenções de pavimentação, drenagem e manutenção viária no bairro.
Mas há algo mais importante.
Olarias está no meio de um processo de formação de novas centralidades.
Quando uma área deixa de ser apenas um território de passagem e passa a reunir moradores, comércio, serviços e novos empreendimentos, sua importância imobiliária tende a mudar.
É essa transformação que torna Olarias um bairro para acompanhar.
Cará-Cará: onde o futuro imobiliário encontra espaço
Entre os bairros apontados para o futuro, Cará-Cará possui uma característica que poucos territórios consolidados conseguem oferecer: grande capacidade de expansão.
É uma área onde novos loteamentos, condomínios e empreendimentos residenciais podem continuar surgindo.
Mas Cará-Cará não é apenas uma fronteira residencial.
A região também está associada à expansão industrial e logística de Ponta Grossa.
A Prefeitura destaca investimentos em infraestrutura na área industrial e a chegada de novas empresas ao município. Em julho de 2026, a instalação da Envases, no distrito industrial, foi apresentada como parte do atual ciclo de expansão industrial da cidade, com cerca de 150 empregos diretos já existentes e previsão de mais 120 vagas.
Essa relação entre moradia, indústria, logística e infraestrutura é especialmente importante para o futuro imobiliário.
Empresas precisam de espaço.
Trabalhadores precisam morar.
Moradores precisam de comércio e serviços.
E novas vias precisam conectar esses territórios.
Em agosto de 2026, o próprio Diário de Obras municipal registrava intervenções de pavimentação e drenagem no bairro.
O Cará-Cará, portanto, representa uma clara tendência de expansão urbana em Ponta Grossa.
Não significa que todos os imóveis da região terão a mesma trajetória.
Significa que o bairro possui território, investimentos e atividade econômica suficientes para continuar mudando de escala.
O que esses oito bairros têm em comum?
À primeira vista, Uvaranas, Oficinas, Estrela, Jardim Carvalho, Centro, Ronda, Olarias e Cará-Cará parecem ter pouco em comum.
Um é uma grande centralidade universitária e hospitalar.
Outro possui forte tradição comercial.
Estrela é marcado pelo padrão residencial.
O Centro concentra atividades econômicas e históricas.
Ronda tem localização estratégica.
Olarias atravessa um processo de transformação.
Cará-Cará possui espaço para expansão e forte conexão com a economia produtiva.
É justamente essa diversidade que explica por que o potencial de valorização imobiliária em Ponta Grossa não está concentrado em um único eixo.
Há pelo menos três movimentos diferentes acontecendo simultaneamente.
A cidade consolidada que se valoriza
Estrela, Centro e Oficinas mostram que um bairro não precisa de grandes áreas vazias para continuar valorizando.
Infraestrutura, localização, escassez e demanda podem sustentar o valor de uma região madura.
A cidade que se transforma
Jardim Carvalho, Ronda e Olarias estão em uma posição intermediária.
São regiões consolidadas, mas que continuam incorporando novos empreendimentos, novas conexões e novas funções urbanas.
A cidade que se expande
Uvaranas e Cará-Cará representam com mais clareza o movimento de expansão.
São territórios grandes, com novos moradores, novos projetos e investimentos públicos e privados.
E quando a infraestrutura acompanha esse crescimento, o potencial de transformação aumenta.
Como identificar o potencial de valorização de um bairro?
Quem procura imóveis com potencial de valorização em Ponta Grossa deve evitar uma armadilha comum: tentar descobrir qual será simplesmente o ?bairro da moda?.
O mercado imobiliário não funciona dessa maneira.
O que importa é identificar os fundamentos:
O mercado imobiliário não funciona dessa maneira.
O que importa é identificar os fundamentos:
- Infraestrutura: ruas pavimentadas, drenagem, saneamento, iluminação e equipamentos urbanos.
- Mobilidade: novas vias, duplicações, transporte coletivo e conexões com outras regiões.
- Empregos: empresas novas ou em expansão aumentam a demanda por moradia e serviços.
- Educação e saúde: universidades, hospitais e equipamentos públicos geram fluxo permanente.
- Oferta de serviços: comércio, supermercados, restaurantes, escolas e clínicas aumentam a autonomia do bairro.
- Novos empreendimentos: loteamentos e condomínios indicam que incorporadores enxergam demanda futura.
- Disponibilidade territorial: regiões com espaço para crescer podem apresentar ciclos de expansão mais longos.
- Escassez: em bairros consolidados, a falta de terrenos pode ter efeito inverso e sustentar o valor das propriedades existentes.
- E existe ainda um elemento decisivo: o preço de entrada.
Uma região pode apresentar excelente perspectiva e, ainda assim, um imóvel específico pode estar caro demais.
Por isso, potencial de valorização não deve ser confundido com garantia de ganho.
Por isso, potencial de valorização não deve ser confundido com garantia de ganho.
O amanhã começa a aparecer no mapa de hoje
Os movimentos que determinam a valorização imobiliária raramente surgem de um único investimento.
Uma nova avenida pode ser importante.
Uma universidade pode ser decisiva.
Um hospital pode mudar a dinâmica de uma região.
Um empreendimento residencial pode trazer centenas de famílias.
Uma indústria pode criar empregos.
Uma obra de drenagem pode viabilizar pavimentação.
Uma nova conexão viária pode reduzir significativamente o tempo de deslocamento.
Quando esses fatores começam a se combinar, o mapa da cidade muda.
É o que está acontecendo em diferentes escalas em Ponta Grossa.
Uvaranas recebe infraestrutura e amplia sua ocupação.
Oficinas mantém sua força enquanto se renova.
Estrela preserva a atratividade de uma região consolidada.
Jardim Carvalho combina educação, serviços e novos empreendimentos.
O Centro pode entrar em um novo ciclo de revitalização.
Ronda se beneficia de sua localização.
Olarias participa da formação de novas centralidades.
Cará-Cará amplia os limites da cidade residencial e produtiva.
E é exatamente por isso que olhar para o futuro do mercado imobiliário exige mais do que acompanhar preços.
É necessário acompanhar a cidade em movimento.
Para quem pensa em investir em imóveis em Ponta Grossa nos próximos anos, essa talvez seja a informação mais importante: valorização não nasce apenas dentro do imóvel.
Ela começa no território.
Começa na rua.
Na infraestrutura.
Na mobilidade.
Nos empregos.
Nos novos moradores.
Nos investimentos que chegam.
E, sobretudo, na capacidade de uma região de continuar sendo desejada quando o presente já tiver se transformado em passado.
Tavarnaro Consultoria Imobiliária.
52 Anos!
O mercado conhece. A cidade confia.
![]() | *Sobre o autor: Ney Hermann é jornalista, formado pela Universidade Estadual de Ponta Grossa, com pós-graduação pela Universidade Federal do Paraná. Tem 40 anos de experiência, tendo atuado em empresas como TVE, RIC TV e RPC. Atualmente trabalha na Rádio CBN, de Ponta Grossa. Ele também é corretor de imóveis, conhecendo bem o segmento. Ney Hermann atua ainda como assessor de imprensa da Tavarnaro Consultoria e as informações desse texto são oriundas de pesquisas e entrevistas feitas com os diretores da empresa. |
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